quarta-feira, 13 de junho de 2012

Olá pessoal!
Vou deixar aqui a minha dica de um livro pra quem curte o mundo cinematográfico:
TUDO SOBRE CINEMA, PHILIP KEMP, EDITORA SEXTANTE, 2011
É simplesmente fantástico! Você percorre toda a história do cinema, fica conhecendo fatos históricos importantes que ocorreram na época dos filmes, curiosidades sobre os mesmos, informações sobre os diretores, etc.O melhor de tudo é que você pode ler sem precisar seguir ordem cronológica, tem total liberdade para ir para qual tempo ou filme quiser. Eu viciei rsss. É muito gostoso de ler, principalmente se você for um cinéfilo rsss. Vale a pena conferir! Adorooooooo! Bjs!
 

 Estudando Lars Von Trier no curso de cinema. 1º longa de Lars : " O elemento do crime", de 1984. Muito bom! A regra é simples: o diretor nos convida a acreditarmos em algo que ele explicita como ilusório.” 
 O filme basicamente é feito em uma espécie de flash-back, só não sabemos se o que foi visto foi um fato real ou imaginário do personagem. Ele passa por uma sessão de análise feita através da hipnose, para tentar se recordar de algo e, a partir dai, vemos o personagem principal, que é um policial, retornando em sua caça a um serial-killer em algum lugar da Europa. Ele segue fielmente as dicas de um escritor de como identificar e apanhar um serial killer e de tanto seguir os passos do criminoso acaba se transformando no próprio ( quem tenta entender o outro em absoluto torna-se o outro). De fato, o que vai ser recordado é sobretudo uma investigação que pretendeu adequar uma realidade (realidade mental, ou pelo menos artificiosa, porque nunca saberemos se as coisas eram assim... A interpretação do filme por parte dos espectadores é livre...
Filmes assim, com interpretações livres foram usados depois por "seguidores" de Lars, como David Linch por exemplo. E, eu, particularmente, acho muito bacana esse tipo de filme, porque induz voce a refletir, sai da obviedade.
A hipnose e Lars, uma relação intensa que ele usou em seus primeiros filmes. Genial!






quarta-feira, 30 de maio de 2012

Voltei!

  Olá pessoal!
  Quanto tempo hein! A verdade é que abandonei um pouco esse blog, mas here I am!!I'm back!
  Vou falar hoje sobre os últimos filmes que assisti. Um deles é o recente lançado " The Raven" ( O corvo) e o outro é o primeiro filme da trilogia Millenium - Os homens que não amavam as mulheres.
  Adorei ver o filme " o corvo", principalmente porque sou fã do escritor Edgar Allan Poe e esse filme faz referências as suas obras, especificamente às macabras rss. John Cusack, encorporou muito bem o próprio Edgar, numa trama de suspense, cujo serial killer da historia usa seus contos macabros para fazer vítimas e obrigá-lo a escrever mais contos. Edgar, que estava na sua fase poética, teve que abdicar de seus poemas romanticos e voltar a escrever contos macabros para salvar sua noiva, que foi sequestrada pelo serial killer e também passa a ajudar o policial na tentativa de capturar esse " crazy man". O filme é bem legal e a trilha sonora da parte final do filme é bem moderna, ficou um contraste entre novo e antigo bem interessante.Vale a pena conferir...

 " Millenium - Os homens que não amavam as mulheres" também é muito bem feito, tem um roteiro nota 10 e atores que contribuiram para o sucesso do filme. O que eu assisti foi a versão americana de 2011/2012, que passou no cinema, baseada no primeiro livro e best seller de Stieg Larsson, The Millennium Trilogy

  Há a versão sueca da trilogia nas telas, mas confesso que comecei a ver e achei bastante confuso e, não foi  o idioma usado que me atrapalhou no entendimento do filme e sim alguns furos de roteiro. Mas, voltando a versão americana do filme, achei bastante interessante o roteiro ( voce não fica perdido rss), a fotografia é linda, mostra o frio quase polar do norte da Suécia, os atores são ótimos, principalmente Daniel Craig, que interpreta Mikael Bomkvist, um jornalista investigativo que trabalha na revista Millenium e Rooney Mara, que faz o papel da anti-social e incontrolável investigadora particular e racker Lisbeth Salander.

 Resumindo: os dois investigam um caso de desaparecimento e possível morte de uma garota e durante a trama, mas precisamente próximo ao final dela, descobrem que nada é o que parece ser...tudo se esclarece e piora a situação dos dois, que passarão a ter problemas com gente poderosa e governo. mas, essa outra parte só será mostrada nos outros filmes da trilogia...
  Vale a pena conferir a cena de abertura do filme com o cover da música de Led Zeppelin " Immigrant Song", ficou irada! 
  Beijos e até breve! 







sexta-feira, 4 de março de 2011

BRAVURA INDÔMITA E O RITUAL























Olá pessoal!
Depois de milênios, estou de volta ( de novo!). A verdade é que sinto que só devo escrever quando estou inspirada e com bastante vontade, senão sai muito bla bla bla e pouca coisa coerente rss.
Bem, não pude ver o Oscar devido ao fato de ter que acordar bem cedo para trabalhar, mas, vi os resultados no dia seguinte. Realmente não houve muitas surpresas em relação as premiações, quase todas previsíveis. " O Discurso do Rei" teve suas premiações merecidas, embora estava torcendo para " Bravura Indômita" levar o prêmio de melhor filme ou pelo menos, de atriz coadjuvante (a menina deu um show de interpretação) ou ainda fotografia e roteiro adaptado. Não foi dessa vez que os irmãos Coen conseguem o repeteco de levar alguma estatueta. Eta mundo cruel... rsss.
Amei " Bravura Indômita" ! Sou fã de filmes de western, não assisti a versão anterior, mas, este com certeza, também foi maravilhosamente bem feito, conseguiu ser simples e ao mesmo tempo perfeito! Congratulations Coen Brothers! Eles arrasaram como sempre! E a little girl, Hailee Steinfeld, que aos 14 anos, deu um show de interpretação, o que justificou a sua indicação ao premio de melhor atriz coadjuvante. Não poderia deixar de comentar sobre o talento de Matt Damon, interpretando um texano, foi necessário muito esforço e dedicação para conseguir esse sotaque típico do Texas e também de dar os parabéns a Jeff Bridges pela excelente interpretação do personagem Rooster Cogburn, com seu tapa olho, viciado em uisque, acima do peso e com voz rouca e tudo ele consegue chamar a atenção dos espectadores.
Também fui assistir a " O Ritual", confesso que fiquei um pouquinho decepcionada, esperava algo mais, mas, o filme conseguiu se salvar devido a grande interpretação de Sir Hopkins, que já fez como ninguém os papéis de psicopata e agora faz de um padre possuído. Tem uma cena no filme muito hilária em que ele interrompe uma sessão de exorcismo para atender o celular rss.
Bem pessoal, meus próximos filmes serão: " Rango", uma animação, e " O Discurso do Rei". Vou aproveitar esse período de fulia para me dedicar a telona e a telinha ( DVD), já que não curto muito o carnaval e, também pra namorar né! Ainda bem que meu more curte cinema e rock clássico e me faz companhia rss.
Bom carnaval a todos! Até breve! Beijos!



































quinta-feira, 26 de agosto de 2010

A Origem

















Ola pessoal!
Quanto tempo hein! Pois é...vou usar a mesma desculpa que todo mundo usa quando desaparece: Muita correria rss. Mas, o importante é que I'm back! hehehehe.
Apesar da correria ate que consegui ver bastante filme rss. Vou comentar alguns dos quais gostei muito.
Começo pela listagem:
1. Alice No Pais das Maravilhas - Tim Burton MARAVILHOSOOOO!
2. Eclipse (da saga Crepusculo) - David Slade O MELHOR DOS 3 ATÉ AGORA
3. À Prova de Morte - Quentin Tarantino HILARIO!
4. Os Mercenarios - Silvester Stalone BOMM!
5. A Origem - Christopher Nolan MUITO LOKO, BOM PRA KCT!












segunda-feira, 27 de julho de 2009

Será que eu sou elas ou elas são eu? rs












Ola pessoal!
Sabe, muitas pessoas, especialmente meus amigos dizem que eu sou bem parecida com a Velma, do desenho do "Scooby Doo" e também com a Edna Moda, do desenho "Os Incríveis". Olhando atentamente, até que eu lembro mesmo essas duas figuras famosas dos Cartoons rs. Mas, essa semelhança não é somente na parte fisica, ela abrange também o psicológico. Nossas personalidades são praticamente idênticas. Nós três somos inteligentes, amigas e gostamos de desafios. Em relação ao comportamento, às vezes fico mal humorada, como a Edna Moda e sou generosa, esperta e estou sempre disposta a ajudar os amigos, como a Velma. Fisicamente então, somos praticamente trigêmeas rs. Baixinhas, usamos óculos, temos os cabelos curtos, sardas, gostamos de vestir saias curtas ou vestidos. E, não para por ai, eu adoro usar roupas vermelhas ou pretas, que são as cores dos figurinos dessas personagens.
Com todas essas semelhanças à vista chego a questão: Eu é que pareço com elas ou são elas que se parecem comigo? Resolvi seguir o seguinte raciocínio para alcançar a resposta: No caso de Edna Moda, a personagem é que se parece comigo, pois eu nasci em 1975 e o desenho só foi criado em 2004, logo a Edna é que é a minha cara, porque eu já existia há algum tempo rs. Já no caso da Velma, concluo que eu é que pareço com ela, pois ela é mais velha, nasceu em 1969, juntamente com os outros personagens do desenho do "Scooby Doo" criados fabulosamente por Willian Hanna e Joseph Barbera, famosos cartunistas das decadas de 60 e 70 e mesmos criadores de outros inesquecíveis desenhos como: " Os Flintstones" e " Jonny Quest".
Como diria minha "alma gêmea" Velma, mais um caso solucionado. A verdade é que somos parecidas e pronto! Podem me chamar de Velma ou Edna Moda, que eu os atenderei assim mesmo, afinal somos uma só pessoa rsss.
Beijos e até a próxima!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

O som do coração












Ola pessoal!
Há alguns dias assisti ao filme " O som do coração", cujo título original em inglês é " August Rush", que não por acaso é o nome artístico adotado pelo menino, protagonista dessa linda história, que fala sobre determinação, amor incondicional e de como a música está presente em todos os lugares aproximando aqueles que parecem estar tão distantes uns dos outros.
A história conta sobre um menino de 12 anos, que sempre viveu em um orfanato, mas que nunca perdeu a esperança de encontrar seus pais, que no passado também acabaram se desencontrando. Ele tem o "dom" de ouvir os sons que o rodeiam e transformá-los em música. O menino, cujo nome no filme é Evan resolve sair do orfanato e procurar por seus pais, ele chega até as ruas de Nova York e lá conhece um outro garoto de rua, que o apresenta a um cara "esperto" interpretado por ninguém menos que Robin Willians ( confesso aqui que nunca tinha o visto como um cafajeste aproveitador), mas é o que o personagem dele demonstra ser, um aproveitador de crianças dotadas de algum tipo de talento. Ele descobre o talento musical de Evan, que mesmo sem conhecer as notas musicais consegue tocar maravilhosamente um violão com seus arranjos próprios e dá e ele o nome artistico de August Rush. A Partir dai August começa a tocar nas ruas de Nova York e ao mesmo tempo passa a acreditar que através da música poderá encontrar seus pais e finalmente unir a família.
Bom, não vou contar mais nada sobre o filme, senão vocês não terão a curiosidade de assisti-lo rsss. Mas, só queria deixar pelo menos uma boa impressão sobre o mesmo. Vale a pena conferir por todo o conjunto que ele oferece: um bom roteiro, uma ótima fotografia, excelentes atuações, tanto do garoto como do talentoso Robin Wilians e principalmente pela linda trilha sonora, que encanta a todos. Esse filme concorreu ao Oscar de melhor canção original com a música " Raise it up" em 2007.
Pode até ser que vocês achem o filme um tanto comovente, mas a parte musical, que é essencial em todo o contexto do filme acaba salvando rsss. Eu adorei! E o indico para ser visto em uma tarde chuvosa ou fria. Apesar do clima sensível, o filme nos passa uma mensagem de esperança, de que tudo pode acontecer quando se tem fé naquilo que se espera. A música realmente aproxima as pessoas e as ajuda a alcançar seus objetivos, sejam quais forem...É lindo e pronto!
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